COMENTÁRIOS
1px
1px

“Mais do que a vida de um casal de mulheres gays, este livro fala de pessoas, emoções, descobertas, medos, superações, material de que é feita a vida de todos nós.” (M. R.)

“Original, engraçado e corajoso. A leitura flui naturalmente entre reflexões e risadas.”
(S. J.)

“A linguagem intimista é como uma conversa: leve, descontraída e sem dramas entre prazer e pecado.” (I. V.)

“Armário sem Portas certamente vai ajudar muitos pais e mães, como eu, a compreender melhor e aceitar mais.” (S. K.)

“Diversão e encantamento garantidos independentemente de orientação sexual, nacionalidade e estado civil!” (M. T.)

“Por ser uma junção de pequenas crônicas, o livro transmite a mesma graça, sem nenhuma lesão, mesmo havendo intervalo entre a leitura de um capítulo e outro.” (T. A.)

“Armário sem Portas une passagens divertidíssimas e aspectos sérios da vida homossexual contemporânea. Ótimo para desmistificar estereótipos, imperdível para lésbicas e não só.”
(C. C.)

“O amor transborda de cada página. E as trocas de narrador são uma atração à parte.”
(E. L.)

“Li numa única noite, espantando o sono com gargalhadas.” (D. G.)

“Armário sem Portas vem a público assim: escancarado e sem pudor. Antes de tudo, é um trabalho corajoso, que expõe o relacionamento homossexual, repleto de peripécias e paixão, de Karla Lima e Pya Pêra. Por meio de crônicas irreverentes e uma narrativa pessoal despretensiosa, as autoras dividem conosco seu cotidiano, ora nos fazendo rir, ora nos fazendo refletir sobre questões ligadas à orientação sexual, à liberdade individual e aos valores morais de todos nós. A vida que elas construíram juntas, e que aqui nos confidenciam, causa admiração em todos aqueles que buscam exemplos de dedicação e cumplicidade num relacionamento. Assim, não será surpreendente ver ressurgir em qualquer leitor, hétero ou homossexual, casado ou solteiro, a crença na relação humana sincera - tipo de relação que, dizem, é impossível nos dias de hoje. As autoras mostram que ela é possível. E, mais do que isso, que ela só perdura quando se acrescentam muitas pitadas de humor, sem o qual, talvez, o amor não valha a pena.”
(Rodrigo Faria)